William Bonner não anúnciou no Jornal Nacional. A Dilma não decretou feriado nacional. Os Brasileiros não sairam ás ruas. Poxa, o país nem havia notado a grande coisa que aconteceu aquela tarde na minha vida. Como assim? Eu havia contado para o porteiro do colégio, escrevi no meu teste de Geográfia, mandei torpeto do Carlinhos, gritei pro motoqueiro que quase me atropelou, pinchei na porta do banheiro, publiquei no face, contei pro Ferdinando; meu Pitbu, comentei com o porteiro do prédio, falei pra Fê e gritei aos quatros ventos quando fiz um gol. A Jana tinha aceitado sair comigo. Quer noticia melhor que essa para um feriado mundial?
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Piriguete hoje, mãe de família amanhã
Conheço uma garota, uma não. Conheço algumas garotas que poderiam chocar a sociedade com seu comportamento em relação a vida afetiva. Porém hoje quero falar de uma em especial. Vamos chama-la de... Senhorita Singular (Ela vai entender o apelido). Então, sai em um sábado á noite com a Srta. S. foi divertido, fazia tempo que não ria daquela forma.
Voltando ao assunto... A Srta. S. é uma mulher moderna, ela fica com os garotos, não gosta de se envolver, diz que está afim e tudo isso sem colocar os sentimentos em jogo. Não os dela pelo menos. Me diz se isso não é moderno? Mulheres apanharam e queimaram o sutiã para que as meninas que tivessem vontade, pudessem pensar fora da caixinha, fora das rédeas dos pais. Para que as moças que quisessem ter uma sexual ativa sem um parceiro fixo pudessem usufruir do anticoncepcional e ter o direito de exigir o uso da camisinha da relação, para que as mulheres pudessem trabalhar fora, votar, escolher os seus maridos, dirigir e até ser presidente.
Não quero dizer que a Srta. S. está usando os direitos dela de uma forma errada diante de uma serie de coisas mais importantes; a vida afetiva dela fica até pequena, eu só quero dizer que ela está tendo essa liberdade por um direito dela. Ela pode usar essa liberdade da maneira que quiser, sendo na vida afetiva, profissional ou eleitoral. O direito é dela e ela estende a área que bem entender.
A moral que quero pregar aqui, é a liberdade a qual temos direito e as vezes mesmo assim ainda somos taxados por nomes depressiativos. Por exemplo, os homens que ficam com várias garotas são garanhões, no caso das meninas são galinhas. Os homens que traem as namoradas são espertos ou estão curtindo á vida, no caso das meninas são vagabundas, os homens que bebem e fumam são legais, as meninas não sabem se comportar como meninas. Entendeu a onde eu quero chegar? Lutamos pelo direito de igualdade e agora quando podemos usa-lo da maneira que mais nos convém, a sociedade coloca rotúlos nessas mulheres ou resolve que devemos ser de outra forma.
Odeio quando alguém diz: " As mulheres estão querendo virar homens." Não, as mulheres não querem virar homens, nós apenas queremos mostrar que os direitos são iguais, que temos a capacidade de fazer as coisas tão bem quanto os homens e ainda sim continuar a sermos mulheres. Minha colega citada acima pode beijar quantos ela quiser hoje, como qualquer outro garoto pode fazer e ainda assim um dia quando ela casar, tem todo o direito de ter o título de mãe de família.
Eu quero igualdade sem rótulos, sem comparação. A vida já é complicada demais, para ficarmos dando importância á essas coisas. Piriguete também tem caracter e moleque piranha, bem... moleque piranha é algo complicado.
domingo, 19 de agosto de 2012
E depois que as luzes se apagam?
"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos." Charles Chaplin.
Sempre que leio essa frase sinto uma sensação de que não estou vivendo direito, que posso estar passando meus dias vegetando enquanto um grande relógio bate os minutos da minha vida, que esgotam-se a cada suspiro meu. É como se de repente as luzes fossem de apagar e eu deixa-se para trás coisas por fazer, livros pela metade, filmes que não assisti, recados que não dei, pessoas que não visitei e pessoas que eu amo sem nem a chance da despedida. Li um texto do Pedro Bial que fala justamente sobre isso, que morrer é como sair na melhor parte da festa, sem ter dançado com a menina mais bonita ou ter bebido aquela dose.
Pensar nisso me faz sentir um desespero. É como se em cada momento meu de inercia, eu estivesse perdendo uma grande oportunidade de fazer as coisas acontecerem, pois, eu nunca vou saber se no minuto seguinte eu terei essa chance. Há alguns anos perdi uma amiga e foi de repente. Era como se meu cérebro não processa-se e só consigo pensar até hoje, depois de anos que ela está viajando e que deixou as coisas pela metade por puro descuido e não que as luzes do palco da vida apagaram-se quando ela estava na melhor cena.
Acho paranóico ficar pensando na morte. Até por motivos óbvios. Você não vai sentir mais nada depois que tudo acabar. Quem fica é que sente. Sente aquela saudade que não pode matar, sente as palavras que ficam enchendo a boca e o coração e nunca vai poder colocar para fora, sente a falta que não é suprida. Morrer é ridículo. Você estuda, trabalhar, correr atrás dos objetivos, cuida da mente e do corpo. Usa protetor solar, fio-dental e sem mais nem menos te tiram do palco. Apagam as luzes do espetáculo em que você era a estrela principal. A sua vida!
O que me resta é dizer que dessa vida não se leva nada e que você nunca sabe quando as luzes vão se apagar, por isso, sorria, tome sorvete, tira nota baixa (ás vezes.), não se cobre tanto, coma chocolate, sinta o vento, sinta o sol, ouça sua música favorita, leia bons livros e fala aquilo que lhe dá prazer. E quando a cortina fechar, fique tranquilo, terá pessoas para aplaudir e sentir sua falta há pessoas que adoram esse espetáculo que você está encenando.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Teste vocacional? Precisa-se para ontem.
Conheço uma pessoa. Sandra Annenberg não me permite citar nomes, é deselegante. Mas, eu também prefiro não trabalhar com nomes, corre menos risco de ser processada. Então, onde estávamos? Nessa pessoa. Obrigada! Ela é relativamente próxima e esta cursando ( Insira aqui o curso da moda. Seja inteligente, não estou falando de turismo e pode ser abreviado em três letras) e esses dias me falou que estava com vontade de cursar (não posso contar, ficaria muito obvio). Mas, isso me faz pensar, porque alguém que já esta cursando a faculdade fica de olho grande no curso alheio? Como assim? Será que essa pessoa tem uma super mente com aptidão para tantas profissões? Ou, isso chama-se INDECISÃO, FALTA DE VERGONHA ou FALTA DE UM BOM TESTE VOCACIONAL; posso ser até mais radical. Preparem-se... Será que essas pessoas que vivem trocando de opção no vestibular ou pulando de curso, em curso na verdade não esconde uma falta de aptidão para todas as profissões? Vulgarmente falando alguém sem competência para fazer qualquer coisa?
Eu sei, isso é algo forte de se dizer. Só que eu estou cansada de ver as pessoas abandonarem as coisas, por experiência própria, é algo horrível e se eu pudesse voltar no tempo teria terminado meu curso de Química, então, por favor população, façam testes, cursos, leiam sobre o que mais se identifica com você. Para não termos mais esse espaço no universo paralelo para onde vão todos os diplomas pela metade. ( juro que imaginei uma galaxia com diplomas pela metade flutuando... FOCO!). Não falo isso por critica, mas eu já desisti uma vez e sei que é muito chato, ter um curso pela metade. Saber apenas a metade do assunto e as pessoas olharem para você como se fosse incompetente. Por isso, fulana, se estiver lendo isso. Coisa que duvido muito, pois se não me engano, você lê apenas o que é obrigada em sua faculdade. (Lamentável!). Faça um teste vocacional, mas seja sincera. Nada de mascarar resposta. E se acontecer de realmente você não tiver aptidão para nenhuma profissão, fique calma, sempre precisaremos de gráficos. Brincadeira, até para ser gráfico precisa de aptidão. Ixe, a fulana está ferrada!
Eu sei, isso é algo forte de se dizer. Só que eu estou cansada de ver as pessoas abandonarem as coisas, por experiência própria, é algo horrível e se eu pudesse voltar no tempo teria terminado meu curso de Química, então, por favor população, façam testes, cursos, leiam sobre o que mais se identifica com você. Para não termos mais esse espaço no universo paralelo para onde vão todos os diplomas pela metade. ( juro que imaginei uma galaxia com diplomas pela metade flutuando... FOCO!). Não falo isso por critica, mas eu já desisti uma vez e sei que é muito chato, ter um curso pela metade. Saber apenas a metade do assunto e as pessoas olharem para você como se fosse incompetente. Por isso, fulana, se estiver lendo isso. Coisa que duvido muito, pois se não me engano, você lê apenas o que é obrigada em sua faculdade. (Lamentável!). Faça um teste vocacional, mas seja sincera. Nada de mascarar resposta. E se acontecer de realmente você não tiver aptidão para nenhuma profissão, fique calma, sempre precisaremos de gráficos. Brincadeira, até para ser gráfico precisa de aptidão. Ixe, a fulana está ferrada!
Felipe X Giovanna.
-Giovanna: Ele é mais novo que eu. Primeiro defeito. Sem falar que ele é imaturo, irresponsável, insensível. Tem um sério problema de deficit de atenção. Isso é, quando se trata de me dar atenção. Por que com os amigos eles é super atencioso. Conheci ele em uma festa, uma daquelas festas idiotas em que vamos quando não tem mais nada para fazer. Ele veio conversar comigo, conversamos, conversamos e conversamos. Até que ele me beijou. Foi legal.
-Felipe: Sabe aquela menina insuportável que reclama de tudo? Se está frio, calor, chovendo, seco. Cinema, teatro, praia, viagem lunar. Não importa. A Giovanna sempre vai achar algum defeito. O primeiro defeito que ela encontrou em mim, foi o ultimo que ela soube. Minha idade. É obvio que soube que ela era mais velha, só do modo em que ela olhava para as meninas mais novas e mais obvio ainda que ela estava amarradona na minha. Então aproveitei e só depois do nosso terceiro encontro, ela me perguntou em que faculdade estudava. Fui obrigado a dizer que eu ainda fazia cursinho e estava no ensino médio. Ela quase vomitou em mim!
- Giovanna: Acredita que ele me enganou? TRÊS encontros achando que estava saindo com um cara de faculdade. É, se você ver o Felipe na rua vai achar que ele é mais velho que aparenta. Alto, jogador de vôlei, atlético, definido, bronzeado, com um sorriso arrasa quarteirão e inteligente. Ele também tem qualidades admito. Mas eu quase vomitei, estava ficando com um garoto mais novo DOIS ANOS.
- Felipe: Ela descobriu e não tinha como eu negar. E sabe aquela música, daquele cantor barbudo. O Renato... Renato Russo! Então era a Gi e eu. Ela é insuportavél, mas no final eu gosto dela.
- Giovanna: É eu gosto dele, admito e no fim a idade é mero detalhe. É como Eduardo e Mônica " E mesmo com tudo diferente, veio meio de repente uma vontade de se ver..."
- Felipe: E ainda tem a vantagem dela ter carro. Os meus amigos piram quando ela vai me buscar. ( risos)
- Giovanna: As meninas acham até isso tudo fofo. Viu, no fim era só preconceito da minha cabeça!
-Felipe: Sabe aquela menina insuportável que reclama de tudo? Se está frio, calor, chovendo, seco. Cinema, teatro, praia, viagem lunar. Não importa. A Giovanna sempre vai achar algum defeito. O primeiro defeito que ela encontrou em mim, foi o ultimo que ela soube. Minha idade. É obvio que soube que ela era mais velha, só do modo em que ela olhava para as meninas mais novas e mais obvio ainda que ela estava amarradona na minha. Então aproveitei e só depois do nosso terceiro encontro, ela me perguntou em que faculdade estudava. Fui obrigado a dizer que eu ainda fazia cursinho e estava no ensino médio. Ela quase vomitou em mim!
- Giovanna: Acredita que ele me enganou? TRÊS encontros achando que estava saindo com um cara de faculdade. É, se você ver o Felipe na rua vai achar que ele é mais velho que aparenta. Alto, jogador de vôlei, atlético, definido, bronzeado, com um sorriso arrasa quarteirão e inteligente. Ele também tem qualidades admito. Mas eu quase vomitei, estava ficando com um garoto mais novo DOIS ANOS.
- Felipe: Ela descobriu e não tinha como eu negar. E sabe aquela música, daquele cantor barbudo. O Renato... Renato Russo! Então era a Gi e eu. Ela é insuportavél, mas no final eu gosto dela.
- Giovanna: É eu gosto dele, admito e no fim a idade é mero detalhe. É como Eduardo e Mônica " E mesmo com tudo diferente, veio meio de repente uma vontade de se ver..."
- Felipe: E ainda tem a vantagem dela ter carro. Os meus amigos piram quando ela vai me buscar. ( risos)
- Giovanna: As meninas acham até isso tudo fofo. Viu, no fim era só preconceito da minha cabeça!
Lucas para Dora.
D-O-R-A. Gosto do som do nome dela. Posso colocar um A no começo e fica adora. Se troco o A do final por um O. Temos um ADORO. E no meio fica apenas o apelido dela Dó. Como a nota músical Dó. Que aparece nas milhões de músicas que já lhe fiz. Gosto das diversas possibilidades do nome dela, já que isso mostra o quando ela é versátil de verdade. Conheci a Dora em um show de rock. Mas logo descobri que ela também curte pagode. Nosso primeiro encontro foi no parque do museu como ela sugeriu, mas se eu tivesse a convidade para um cinema. Claro que ela topava. Ela é o tipo de menina quase perfeita, quase sim, mas não que os defeitos sejam tão relevantes. É como um mero detalhe. Eu só tenho uma coisa a dizer: Dora, eu te adoro!
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