quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Um texto sobre todas as coisas.

              Quando comecei esse texto, agora. Só possuía um titulo, um texto sobre todas as coisas. Mas o que são todas as coisas. Pode ser as minhas coisas, as coisas de outra pessoa, ou as coisas do mundo. Essas coisas podem ser objetos, sentimentos. Não, prefiro falar de todas as coisas misturadas. Mas gosto de falar das coisas de outras pessoas, pessoas são legais, eu gosto de pessoas. Não gosto de pessoas que digo de sentido de lidar com público, ser vista, gostar de aplausos ou outras coisas nesse sentido. Gosto de pessoas por serem pessoas.
Como assim? Pessoas são surpreendentes, falam coisas que nem imaginávamos que vão falar, possuem histórias tão interessantes, ás vezes, que poderiam ser livros para serem lidos e relidos. Gosto de pessoas, pelas suas personalidades, seus gestos, sua capacidade de surpreender o outro. Pessoas possuem o dom de se reinventar, de serem únicas e isso é fascinante. Na minha opinião claro. Um dos meus programas preferidos quando eu era apenas estudante e levava uma vida mais calma era observar pessoas. Gostava de sentar na praça de alimentação do shopping e observar as pessoas passarem, cada uma com seus trejeitos, maneiras, físicos, fisionomias, manias. É como observar cada peça rara de um tabuleiro enorme de xadrez que Deus criou. Eu conheço muito bem os meios de como viemos ao mundo, mas se esquecermos por um instante a concepção biológica e verdadeira da coisa, poderia jurar que somos seres feitos por Deus em um atelie, com mãos delicadas, ele pinta sobrancelhas, aquelas rugas, os fios de cabelo branco e coloca-nos na terra para vivermos aquela história que ele mesmo já escreveu. Consegue imaginar isso? Que enquanto você dorme ele vem levemente com um pincel e pinta uma ruga, uma espinha ou acrescenta roxo as suas olheiras. Somos ou não somos fascinantes? Dentro de nós podem caber sentimentos completamente opostos por pessoas diferentes, ou pela mesma pessoa. Somos grande o suficiente para amar e odiar, sermos sensíveis e racionais. Não somos como a sininho que pode abrigar apenas um sentimento por vez.
O mais nobre dos sentimentos é o amor, isso é um fato. Não podemos discutir contra isso. O amor é perfeito. Dele deriva-se todos os outros sentimentos. Na ausência do amor o que há? raiva, ódio, egoismo. Mas quando se tem o amor, pode ser ter também caridade, esperança, bondade, carinho. O amor é o ponto de partido para todos os outros sentimentos. Se ama-se quer cuidar, quer proteger. Mas se perde ou é rejeitado vem a dor, a magoa, a raiva. Então sobre todas as coisas posso dizer que as que mais gosto são pessoas e o amor. Das pessoas inicia-se muitas coisas e do amor outras tantas. Resumindo todas as coisas posso falar apenas de pessoas e amor que estarei falando de tudo. Se escreve-se um texto sobre Deus, falaria apenas sobre um assunto e todas as coisas também ao mesmo tempo. Então Deus, pessoas o amor. São todas as coisas. Deus é amor e criou as pessoas e esse é o fim do meu texto confuso sobre todas as coisas. Ou menor, sobre todas as coisas que mais amo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário