As pessoas gostam de pessoas doces. Dã, sério? Não, é mesmo. Digo isso por que pessoas doces são maleavéis, são fáceis de lhe dar, pessoas que está sempre de quatro, para que você possa fazer de suas costas um banco. Nem todas as pessoas são assim, algumas apenas gostam de pessoas doces, sem nenhum interesse de arrancar dessas coitadas até o vale-refeição.
Já fui uma pessoa doce, leia-se trouxa, e tudo que você me pedisse eu faria. Podia ser até matar a sua mãe, tudo bem, não sendo a minha, que mal há nisso? Mas então, passado o tempo percebi, ou melhor, eu acordei e me vi como o centro das atenções da turma, mas não por ser popular, eu popular? Nem na fila do vale transporte.
Eu era a piada, a eterna piada, aquele tipo de pessoa que quando não se tem assunto alguém pega para zuar e os outros embarcam; enchia o saco, sim. Mas eu pensava " Eles são meus amigos, é só brincadeira". Mas, quando não se estabele-se um limite nas brincadeiras elas se tornam torturas e ninguém percebe isso, a não ser você mesmo. Aguentei isso anos, de um pessoa que na época era minha melhor amiga e hoje não sei, prefiro não qualificar o grau de importância. Só que um dia se cansa, se conhece outras pessoas. E então invés de você continuar a ser doce, você se torna uma pessoa amarga.
Pessoas amargas, são as que não toleram brincadeiras, que tem sempre algo amargo como féu para soltar, e vive sendo criticada por isso. Mas ninguém nunca de lembra que são raros os casos em que alguém nasce amargo, ele é transformado nisso. Enfim, passei uma fase amarga bem dificil em que no minimo sinal de movimento lançava dardos com veneno feroz. Mas com o tempo ponderei, quando ser doce e quando ser amarga, hoje eu posso classificar como Doce-amarga.
Quando estou conversando e a pessoa é amavél, eu a trato da mesma forma, mas quando vejo um sinal de hostilidade, prepotencia, ou zombação com a minha cara, ela acaba tendo o prazer de conhecer meu lado amargo.
Zoe Doce-amarga, de Percy Jackson e os olimpiados - A maldição do Titã; me entenderia, com certeza.
sábado, 30 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Então Bial, posso me sentir á vontade?
Se existe algo embaraçoso nessa vida é quando você só pode gostar de alguma coisa no seu íntimo, para evitar sem chamado de cafona, brega, emo, ridículo, ultrapassado entre outros, adjetivos adoráveis pelos amigos. O assunto em que mais eu peco nesse sentido é meu gosto musical, eu rebolo, evito o assunto, até faço piada junto ou banco a Suíça na guerra fria. Mas sempre, em alguma rodinha de colegas alguém vai criticar um músico que eu curto. Por exemplo, EU-CURTO-LUAN-SANTANA! #nãomejulgue.
Não, eu não me acho uma garota chocolate e nem moveria uma palha para ir á um show dele, mas na intimidade do meu quarto ele canta e não canta sozinho, além de Luan Santana, ouço RBD, Restart, Roberto Carlos, André Rieu, KLB, Rouge, Balão Mágico, Trem da alegria e ... Chega né? Não é com frequência que essas pessoas tocam por aqui, mas algumas vezes me bate uma vontade ouvir algo diferente. Os mais antigos, posso dizer que é por pura nostalgia, Rouge me lembra tempos de escola e sinto saudades eternas daquelas época. Roberto Carlos me lembra meu pai. Viu? Eu tenho justificativas para ouvir esse tipo de música, só não encontrei ainda pra ouvir Restart, e não me iludo achando algum encontrarei uma justificativa realmente convincente.
Eu sei, eu também critico os gostos musicais alheios, mas sou humana. Eu falo mal de quem ouve funk, mas basta tocar " Mãos para o alto novinha " que automaticamente eu vou levantar minhas mãos para o alto. Sim, eu ainda me considero uma novinha. ( Em minha defesa deixo claro, EU NÃO POSSUO UMA PULO GATO). Enfim, no fundo todos nós ouvimos algo que envergonha se for posto á público, mas nem por isso significa que seja um total motivo de vergonha, pois criticas sempre vão haver. O importante é arrastar o sofá colocar aquele DVD do Calypso e se jogar no cavalo manco, atire o primeiro DVD brega quem nunca dançou uma das coreografias HITS do verão e depois ficou criticando quem dançava o HIT do verão atual. Já dancei a Axé Blond e hoje critico o HIT da Mulher Maravilha. Ufá, me sinto muito mais leve.
Não, eu não me acho uma garota chocolate e nem moveria uma palha para ir á um show dele, mas na intimidade do meu quarto ele canta e não canta sozinho, além de Luan Santana, ouço RBD, Restart, Roberto Carlos, André Rieu, KLB, Rouge, Balão Mágico, Trem da alegria e ... Chega né? Não é com frequência que essas pessoas tocam por aqui, mas algumas vezes me bate uma vontade ouvir algo diferente. Os mais antigos, posso dizer que é por pura nostalgia, Rouge me lembra tempos de escola e sinto saudades eternas daquelas época. Roberto Carlos me lembra meu pai. Viu? Eu tenho justificativas para ouvir esse tipo de música, só não encontrei ainda pra ouvir Restart, e não me iludo achando algum encontrarei uma justificativa realmente convincente.
Eu sei, eu também critico os gostos musicais alheios, mas sou humana. Eu falo mal de quem ouve funk, mas basta tocar " Mãos para o alto novinha " que automaticamente eu vou levantar minhas mãos para o alto. Sim, eu ainda me considero uma novinha. ( Em minha defesa deixo claro, EU NÃO POSSUO UMA PULO GATO). Enfim, no fundo todos nós ouvimos algo que envergonha se for posto á público, mas nem por isso significa que seja um total motivo de vergonha, pois criticas sempre vão haver. O importante é arrastar o sofá colocar aquele DVD do Calypso e se jogar no cavalo manco, atire o primeiro DVD brega quem nunca dançou uma das coreografias HITS do verão e depois ficou criticando quem dançava o HIT do verão atual. Já dancei a Axé Blond e hoje critico o HIT da Mulher Maravilha. Ufá, me sinto muito mais leve.
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Só ele conheceu uma mulher corajosa que admitiu todos os medos, todas as neuroses, todas as inseguranças, toda a parte feia e real que todo mundo quer esconder. Ninguém nunca me viu tão transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente. Só ele viu minha alma de verdade, meu corpo de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta. Só para ele eu me desmontei inteira porque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo desfigurada, intensa e verdadeira, como um quadro do Picasso.
— Tati Bernardi.
Só ele conheceu uma mulher corajosa que admitiu todos os medos, todas as neuroses, todas as inseguranças, toda a parte feia e real que todo mundo quer esconder. Ninguém nunca me viu tão transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente. Só ele viu minha alma de verdade, meu corpo de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta. Só para ele eu me desmontei inteira porque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo desfigurada, intensa e verdadeira, como um quadro do Picasso.
— Tati Bernardi.
sábado, 16 de junho de 2012
Não sei ser Cult, sorry!
Adoro a sessão de filmes das lojas americanas, filmes originais, bons titulos, que são vendidos por um preço que cabe no bolso. Mesmo que estejam competindo com os dvd's três por dez que se vendem em frente a estação. Enfim, passei horas da minha vida naquelas sessões, passando os dedos levemente pelas bordas dos dvd's e pensando no melhor titulo para que me distraia no domingo á tarde. Sempre contando com a companhia da minha visita, com quem eu divida o pequeno prazer de passar o domingo inteiro de pijama, no sofá assistindo filmes cujo roterio seriam no minimo impossivel se acontecer na vida real. Qual é? Em que mundo o Richard Gere teria que pagar para sair com uma mulher? Ainda mais do tipo que usa uma peruca loira horrivel e masca chiclete de boca aberta.
Escolher um titulo era um tortura, pois, quando se comprar um dvd, pelo menos no meu caso que sou pobre. Devo estar disposta a assistir aquele filme mais que duas vezes na minha vida, então passava horas sobre um duvida opressora, sobre qual seria o melhor titulo. Em umas dessas dúvidas eu resolvi que seria melhor escolher um filme aclamado pela critica, ganhador de todos os oscars possiveis e não, eu não comprei Titanic. Mas eis que naquela tarde eu sai da loja com " Amor sublime Amor" na bolsa, ansiosa para assistir, pois eu andava numa epoca romantica e achava divertidissimo assistir comédias romanticas, ler romances, ver fotos de casais apaixonados me entupindo de chocolate lembrando que eu não tinha um namorado.
Voltando ao filme, num domingo coloquei o dvd e sentamos eu e a vizinha (OI, Helem!) para assistir um Clássico músical que era ganhador de nem sei quantos oscars e super critica, então assistimos. Juro, foi quase uma tortura, era um filme cansativo. Muito cansativo, era a história de um casal que tinha um amor proibido, pois o irmão da moça era de um gangue e o amor dela de outra. E eles brigavam e dançavam, sinceramente... eu achei aquilo ridiculo!
Podem me chamar de burra, tapada, ignorante. Tudo bem, mas aquele filme era horrivél. Sério! O problema não era nem as danças, até por que adoro Ballet, Jazz, Axé e afins. Porém, não gostei do filme pelo roteiro chato, cansativo de amor próibido e meloso. Mas então pode ser que não gostei do filme pelo tema central que seria o amor e o casal chato, meloso. É isso seria um bom argumento.
Mas eu tentei novamente, fui assistir um super filme que muita gente andava falando que era o sucesso do ano e então resolvi que deveria assistir essa maravilha cinematrográfica. Meia noite em Paris, sério eu deveria ter assistido o filme do Pelé. Eu não conseguir entender nada sobre o filme e fiquei completamente confusa com a história do cara viajar no tempo. Adoro a Rachel Mc'Adams, já assisti quase todos os filmes dela, mas ela estava insuportavél nesse papel e o Owen Wilson, poxa gostei mais dele como dono do Marley. Depois de assistir esse filme foi quando eu percebi que eu não sei apreciar um bom filme, ou então não sei firgir ser cult como as outras pessoas fazem. Não tenho vergonha de dizer que adoro tropa de elite, filme água com açucar da sessão da tarde e nem chaves. Porém, me sinto mais orgulhosa ainda de dizer que não entendo alguns filmes, por mais amados que eles sejam.
Ps: Eu nunca assisti Avatar e nem Senhor dos Anéis. Ufa, me sinto mais leve depois dessa confissão!
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Feliz dia ... Ah, não importa!
Houve uma época em que dia dos namorados ou qualquer outra data me remetesse a relacionamentos eram uma verdadeira tortura para essa pessoa que lhes escreve. Não que eu seja velha, poxa, só tenho vinte anos. Mas eu tinha o péssimo habito de sofrer por coisas que não correspondiam a minha idade; e sofrer por um namorado quando se tem treze anos era um indicio de que havia alguma coisa de errado comigo! Não condeno quem começou a namorar com essa idade ou antes, porém, hoje olhando para trás me pergunto: Por que cargas d'água eu com aquela imaturidade emocional cismava que só seria feliz se tivesse um bendito namorado?
Dã! A resposta já está na pergunta. É pela imaturidade emocional que tomava conta do meu ser na época e até hoje ainda toma (ás vezes). Mas posso diagnosticar também que era falta de amor próprio, vontade de amadurecer, vontade de se destacar. Então dos doze aos dezoito eu realmente detestei o dia dos namorados. Era o feriado do ano que mais me fazia infeliz. O pior era a impossibilidade de sair de casa sem sentir vontade de metralhar os casais, ou os rapazes com buquês nas mãos. Foi realmente uma época difícil anualmente falando.
Mas e ai? O que aconteceu comigo? Não, eu não arrumei um namorado, apenas resolvi que era um dia como qualquer outro e se hoje eu não tenho motivo para comemorar outras pessoas tem. Não comemoro o natal e nem por isso fico querendo queimar as arvores alheias. Então qual era a razão para ficar de preocupando com a felicidade das outras pessoas. Um dia eu vou encontrar alguém e nesse dia terei finalmente motivo para comemorar. Foi então me comecei a ver as vantagens desse dia, não gastar dinheiro, não enfrentar lojas cheias e não enfrentar filas nos restaurantes e no fim estou feliz e em paz comigo mesma. No dia dos namorados desse ano, eu estava em um relacionamento sério comigo mesma e esperando alguém especial para formamos um triângulo amoroso.
Dã! A resposta já está na pergunta. É pela imaturidade emocional que tomava conta do meu ser na época e até hoje ainda toma (ás vezes). Mas posso diagnosticar também que era falta de amor próprio, vontade de amadurecer, vontade de se destacar. Então dos doze aos dezoito eu realmente detestei o dia dos namorados. Era o feriado do ano que mais me fazia infeliz. O pior era a impossibilidade de sair de casa sem sentir vontade de metralhar os casais, ou os rapazes com buquês nas mãos. Foi realmente uma época difícil anualmente falando.
Mas e ai? O que aconteceu comigo? Não, eu não arrumei um namorado, apenas resolvi que era um dia como qualquer outro e se hoje eu não tenho motivo para comemorar outras pessoas tem. Não comemoro o natal e nem por isso fico querendo queimar as arvores alheias. Então qual era a razão para ficar de preocupando com a felicidade das outras pessoas. Um dia eu vou encontrar alguém e nesse dia terei finalmente motivo para comemorar. Foi então me comecei a ver as vantagens desse dia, não gastar dinheiro, não enfrentar lojas cheias e não enfrentar filas nos restaurantes e no fim estou feliz e em paz comigo mesma. No dia dos namorados desse ano, eu estava em um relacionamento sério comigo mesma e esperando alguém especial para formamos um triângulo amoroso.
terça-feira, 5 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
Quem não gosta de ler, bom sujeito não é.
Tenho um sério problema com pessoas que não gostam de ler e ficam abismadas com outras pessoas, que conseguem ler um livro inteirinho sem que ele tenha nenhuma figura para se distrair. Eu assumo, sou presidente, tesoureira e única sócia do clube das meninas que leem demais e tem dificuldade de se relacionar com pessoas de verdade, que não sejam personagens de algum livro. (Ou, Clube das M.Q.L.D.T.D.D.R.C.P.D.V), Tá, é o último clube imaginário que fundo, prometo!
Enfim, enquanto algumas pessoas não conseguem entender como eu sempre estou com um livro na mão, eu não consigo entender como essas pessoas enfrentam a monotonia, frustração, as crises existenciais da vida real sem um mundo em que elas podem se esconder que é cheio de pessoas divertidíssimas. ( Confesso, nem sempre). Mas na real, quando você lê é transportado para outro mundo. De acordo com o titulo que você escolheu, por exemplo. Atualmente estou lendo O poderoso chefão, ou seja, estou atualmente no mundo em que as mulheres são boas esposas, mãe e donas de casa italianas que sabem dos negócios escusos do marido, porém, mantem a boca calada e o mundo dos homens que lealmente é o passaporte para te manter vivo e onde Dom Corleone é o padrinho de metade da cidade. É fascinante esse mundo, pela riqueza de detalhes do autor, pela capacidade que ele tem de fazer o leitor se apaixonar pelo Senhor Carcamano que cuida dos seus e caso inimigos o aborreçam ele argumenta e se não funcionar ele os coloca para dormir com os peixes.
Enfim, enquanto algumas pessoas não conseguem entender como eu sempre estou com um livro na mão, eu não consigo entender como essas pessoas enfrentam a monotonia, frustração, as crises existenciais da vida real sem um mundo em que elas podem se esconder que é cheio de pessoas divertidíssimas. ( Confesso, nem sempre). Mas na real, quando você lê é transportado para outro mundo. De acordo com o titulo que você escolheu, por exemplo. Atualmente estou lendo O poderoso chefão, ou seja, estou atualmente no mundo em que as mulheres são boas esposas, mãe e donas de casa italianas que sabem dos negócios escusos do marido, porém, mantem a boca calada e o mundo dos homens que lealmente é o passaporte para te manter vivo e onde Dom Corleone é o padrinho de metade da cidade. É fascinante esse mundo, pela riqueza de detalhes do autor, pela capacidade que ele tem de fazer o leitor se apaixonar pelo Senhor Carcamano que cuida dos seus e caso inimigos o aborreçam ele argumenta e se não funcionar ele os coloca para dormir com os peixes.
Mas, deixando a família Corleone de lado. Quero dizer que como o poeta Dorival Caymmi, autor do samba que tem esse seguinte trecho "Quem não gosta de Samba, bom sujeito não é, é ruim da cabeça ou doente do pé". Eu não consigo entender que existem pessoa que dizem e eu já ouvi muito que é muito mais divertido assistir o filme, do que ler o livro. Na minha opinião os filmes em alguns casos são deturpados na adapção para a sétima arte e acabam perdendo a essência que o autor mostrou no livro. Por isso, sempre que alguém me pergunta sobre o livro e o filme, indico o livro. Porém, como boa amante do cinema indico o filme, mas sempre acompanhados como um remédio que precisa de complemento para funcionar.
Tudo bem, cada pessoa tem um gosto e uma paciência. Mas nunca entenderei isso, assim como algumas pessoas não entendem como gosto de ler. Tenho ainda uma opinião mais profundo, acho que posso viver três vidas e nunca terei lido o suficiente por uma. Bem, para deixar em miúdos como diria minha vizinha. Uns gostam dos olhos e outros da remela. Eu sei, não é uma frase muito poética. Mas ela tem um gosto para livros excelente. Ela me indicou Os miseráveis, do Victor Hugo; que havia um personagem que aparecia no romance de Jô Soares, Quem matou Getúlio Vargas; que por sua vez fala sobre AL Capone que é citado no Poderoso Chefão. Viu só? Até os livros se completam.
Trilha sonora, quem nunca sonhou em ter a própria?
O grande segredo das emoções que os filmes, seriados e novelas despertam em nós é a música certa no momento certo. Atirei o primeiro ingresso de cinema, ou, dvd; quem nunca chorou em determinada cena quando tocou aquela música linda que te arrepia, só de lembrar. Sou uma soundtacktrológa assumida (sei que a expressão não existe, mas e dái?). Se eu gostar do filme com certeza vou procurar pelo menos uma música para sempre me lembrar dele, ou, incorporar a minha própria trilha sonora. Fala sério? Nunca sonhou em que um determinado momento da sua vida começa-se a tocar ao fundo aquela música perfeita? Todo mundo tem aquela música para os dias de sol, os dias de chuva, quando se está pensando no ônibus, quando está pensando na pessoa amada, ou quando se está com ela. Minha trilha sonora muda um pouco de acordo com as músicas mais ouvidas do momento. Se fosse montar uma hoje, para cada ocasião, seria com as músicas linkadas abaixo. Confesso, meu sonho intimo é contratar um sonoplasta para minha vida real, como não rola, vai o fone de ouvido mesmo.
1. Dancing in The Moonlight - Toploader - Essa reservo para os dias de sol, quando estou de super bom humor. É perfeita para aquela cena com cabelos solto ao vento. (A walk to remember).
2. You Get What You Give - New Radicals - Passeios com os amigos, festas do pijama e risadas. Gosto dela como um som alegre para momentos de descontração. (Click).
3. I'll Be Yours - Those Dancing Days e Young Blood - The Naked And Famous - Para festas com certeza. São perfeitas desde de formatura até aniversário da vovó. (Prom).
4. Turning Page - Sleeping At last, A Thousand Years - Christina Perri e with me - sum 41 - Para os momentos apaixonados. São três músicas extremamentes lindas. (Breaking Dawn e Gossip Girl).
5. Runaway baby - Bruno Mars - Se fosse um filme colocaria na abertura, por que se eu fizesse um filme começaria ele acordando. (Friends and Benefits).
6. Better Days - Eddie Vedder. - Para reflexões. (Eat Pray Love)
7. Quase sem querer - Maria Gadú - Essa é para subir os créditos. Fala sério, Legião urbana na voz da Gadú ficou um arrazo. (Desenrola)
8. Será Possível - Olivia Torres - Essa é aquelas músicas que tocam sem hora certa, só para ser de fundo. (Desenrola)
Conclusão: Se nada der certo, eu viro sonoplasta!
1. Dancing in The Moonlight - Toploader - Essa reservo para os dias de sol, quando estou de super bom humor. É perfeita para aquela cena com cabelos solto ao vento. (A walk to remember).
2. You Get What You Give - New Radicals - Passeios com os amigos, festas do pijama e risadas. Gosto dela como um som alegre para momentos de descontração. (Click).
3. I'll Be Yours - Those Dancing Days e Young Blood - The Naked And Famous - Para festas com certeza. São perfeitas desde de formatura até aniversário da vovó. (Prom).
4. Turning Page - Sleeping At last, A Thousand Years - Christina Perri e with me - sum 41 - Para os momentos apaixonados. São três músicas extremamentes lindas. (Breaking Dawn e Gossip Girl).
5. Runaway baby - Bruno Mars - Se fosse um filme colocaria na abertura, por que se eu fizesse um filme começaria ele acordando. (Friends and Benefits).
6. Better Days - Eddie Vedder. - Para reflexões. (Eat Pray Love)
7. Quase sem querer - Maria Gadú - Essa é para subir os créditos. Fala sério, Legião urbana na voz da Gadú ficou um arrazo. (Desenrola)
8. Será Possível - Olivia Torres - Essa é aquelas músicas que tocam sem hora certa, só para ser de fundo. (Desenrola)
Conclusão: Se nada der certo, eu viro sonoplasta!
sábado, 2 de junho de 2012
O que é o eu te amo?
Eu sou presidente, tesoureira e única sócia do Clube das mulheres encalhadas que preferem personagens de livros á parceiros reais idiotas (ou o Clube das M.E.Q.P.P.L.P.R.I). E como também faço parte de uma raça que é extinta hoje da sociedade moderna; pessoas que nunca tiveram um relacionamento, porém já saíram da puberdade. Eu tenho uma dúvida sobre qual é o momento de dizer eu te amo para uma pessoa. Ou melhor ainda, quando você sabe que realmente está amando uma pessoa? Eu sei que amo minha mãe por que eu morreria por ela. Mas Necessariamente quando amo uma pessoa eu devo sentir que morreria por ela? Ou até que ponto é amor e até que ponto é gostar, querer bem?
Para responder essa pergunta eu poderia entrevistar alguém que namora e diz que ama e alguém que namora e só gosta. Mas não tinha ninguém próximo online no facebook que pudesse estar disposta a ser entrevistado e eu não estava com tamanho saco, para ficar perguntando algo que ninguém vai saber me responder. Ou seja, vou ter que chegar a essa conclusão sozinha em meu divã.
Dizer eu te amo, é importante pois quando se ama, se ama de verdade (é por que ás vezes pode ser mentira e você se estrepa). Mas, quero dizer que você deve dizer eu te amo quando está com aquela pessoa e surge uma vontade do âmago, do fundo do coração incontrolável. E quando você tem certeza que está disposto a arriscar algumas coisas por outra pessoa, não precisa ser sua vida. Por que por instinto de sobrevivência, você sempre se salvará primeiro, ou seja, lembra daquela corrente de orkut, do casal + moto + freio quebrado = ele dando capacete pra menina? Não se iluda, raramente alguém lhe dará um capacete em uma situação dessas e se der, poxa, nem vai dar pra você agradecer, não é?!
Mas, então. Resumidamente o que eu quero dizer é que quando eu disse, lá em cima que eu amo minha mãe e morro por ela, é por que nós temos um laço maior que qualquer outro no mundo, não que você não possa morrer pelo seu namorado, cachorro, amigo. Sei lá, a vida é sua, arrisque-se por quem você quiser. O que quero dizer é que amar alguém, pode significar renunciar ÁS VEZES o futebol de domingo, o cinema com as amigas, o carro conversivél (não dá pra colocar um acento de bebê ali!). Porém, pela vasta experiência na vida afetiva (dos outros) que me consta, ás vezes...ÁS VEZES, é legal trocar algo pra fazer a pessoa amada feliz. E quanto a gostar, gostar você gosta, oras, eu gosto de chocolate, mas ás vezes troco ele por um sorvete. Entendeu a diferença? Mas Como diria Camões:(...) O amor é um contentamento descontente (...).
Para responder essa pergunta eu poderia entrevistar alguém que namora e diz que ama e alguém que namora e só gosta. Mas não tinha ninguém próximo online no facebook que pudesse estar disposta a ser entrevistado e eu não estava com tamanho saco, para ficar perguntando algo que ninguém vai saber me responder. Ou seja, vou ter que chegar a essa conclusão sozinha em meu divã.
Dizer eu te amo, é importante pois quando se ama, se ama de verdade (é por que ás vezes pode ser mentira e você se estrepa). Mas, quero dizer que você deve dizer eu te amo quando está com aquela pessoa e surge uma vontade do âmago, do fundo do coração incontrolável. E quando você tem certeza que está disposto a arriscar algumas coisas por outra pessoa, não precisa ser sua vida. Por que por instinto de sobrevivência, você sempre se salvará primeiro, ou seja, lembra daquela corrente de orkut, do casal + moto + freio quebrado = ele dando capacete pra menina? Não se iluda, raramente alguém lhe dará um capacete em uma situação dessas e se der, poxa, nem vai dar pra você agradecer, não é?!
Mas, então. Resumidamente o que eu quero dizer é que quando eu disse, lá em cima que eu amo minha mãe e morro por ela, é por que nós temos um laço maior que qualquer outro no mundo, não que você não possa morrer pelo seu namorado, cachorro, amigo. Sei lá, a vida é sua, arrisque-se por quem você quiser. O que quero dizer é que amar alguém, pode significar renunciar ÁS VEZES o futebol de domingo, o cinema com as amigas, o carro conversivél (não dá pra colocar um acento de bebê ali!). Porém, pela vasta experiência na vida afetiva (dos outros) que me consta, ás vezes...ÁS VEZES, é legal trocar algo pra fazer a pessoa amada feliz. E quanto a gostar, gostar você gosta, oras, eu gosto de chocolate, mas ás vezes troco ele por um sorvete. Entendeu a diferença? Mas Como diria Camões:(...) O amor é um contentamento descontente (...).
Sem pressão psicológica no facebook.
Sou do tipo de pessoa que se dói por tudo e isso me irrita muito. Sabe quando você não quer fazer uma coisa, mas fica com peso na consciência? Como por exemplo, doar moedinha pras crianças com câncer da fundação
Ronald McDonald só por que a moça do caixa sugeriu. Eu sou assim, quando vejo algo sobre Deus então, poxa, me sinto culpadissima. Principalmente quando é aquelas correntes que caso você não passar pra frente estará ignorando Deus. Houve um tempo na minha vida que eu perturbava pelo menos os os mais chegados com aquilo. Só pra não ignorar Deus, afinal preciso sempre dele.
Depois que o facebook apareceu e as correntes de email viraram coisa de gente atrasada ou que mexe na internet a pouquíssimo tempo e ainda acha que os vídeos do Humortadela são hilários. As correntes de email que passaram para o msn, depois para o Orkut agora apareceram no facebook, e para deixar tudo mais dramático ainda tem foto ilustrando. Eu sei, posso me senti culpadissima de não compartilhar a foto da criança com deficiência, ou, mesmo curtir ou compartilhar para Deus ser mais popular no Face do que o demônio (Fala sério!). Eu só queria poder postar minhas frases idiotas, compartilhar que eu tenho vontade sem ficar sendo pressionada com aquilo, isso é pressão psicológica ficar dizendo que se não curtir, eu estarei compactuando com Demônio. Tenho coração fraco e sono leve, se escultar algum barulho estranho no meu quarto, logo pensarei " Hmmm, deveria ter curtido. Agora fico ouvindo coisas! ". Então por favor, parem de me pressionar. Eu acredito em Deus, vou na igreja todos os domingos. Já sou problematica, não preciso de mais pressão em cima de mim.
Ronald McDonald só por que a moça do caixa sugeriu. Eu sou assim, quando vejo algo sobre Deus então, poxa, me sinto culpadissima. Principalmente quando é aquelas correntes que caso você não passar pra frente estará ignorando Deus. Houve um tempo na minha vida que eu perturbava pelo menos os os mais chegados com aquilo. Só pra não ignorar Deus, afinal preciso sempre dele.
Depois que o facebook apareceu e as correntes de email viraram coisa de gente atrasada ou que mexe na internet a pouquíssimo tempo e ainda acha que os vídeos do Humortadela são hilários. As correntes de email que passaram para o msn, depois para o Orkut agora apareceram no facebook, e para deixar tudo mais dramático ainda tem foto ilustrando. Eu sei, posso me senti culpadissima de não compartilhar a foto da criança com deficiência, ou, mesmo curtir ou compartilhar para Deus ser mais popular no Face do que o demônio (Fala sério!). Eu só queria poder postar minhas frases idiotas, compartilhar que eu tenho vontade sem ficar sendo pressionada com aquilo, isso é pressão psicológica ficar dizendo que se não curtir, eu estarei compactuando com Demônio. Tenho coração fraco e sono leve, se escultar algum barulho estranho no meu quarto, logo pensarei " Hmmm, deveria ter curtido. Agora fico ouvindo coisas! ". Então por favor, parem de me pressionar. Eu acredito em Deus, vou na igreja todos os domingos. Já sou problematica, não preciso de mais pressão em cima de mim.
Mas ainda não entendi o que Judas está fazendo ali.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Odeio apresentações, mas estou aqui.
Eu tenho um sério problema em conhecer pessoas novas, principalmente se elas são bonitas. Então você for uma pessoa bonita e continuar a ler minha ladainha, sinta que vou ficar meio sem jeito de falar com você. Por uma questão cultura, me sinto inferiorizada por pessoa bonitas e mais inteligentes do que eu. AHA! Está começando a entender o porque do nome do blog ser divã da Fran (ou meu divã, por que eu sou a Fran! WHAT?). Enfim, eu estava a semanas pensando em criar um blog novamente (esse deve ser o quarto ou quinto da minha vida). E um amigo (Oi, Enrico!) me deu a ideia desse nome e eu adorei. É o divã da Fran, mas se você (seja quem for que estiver lendo isso.) quiser que eu tente resolver alguma dúvida, angústia, magoa, crise sua; eu tentarei. Só não me peça dinheiro emprestado, isso eu nunca tenho. Mas dúvidas, dicas e livros tenho aos montes. Seja Bem vindo, não precisa tirar os sapatos, o divã é nosso e bactérias criam anticorpos.
Beijos, Fran
Beijos, Fran
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