quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Clara X Gregório.

           Gregório era um menino introvertido. Não passava nem perto de ser o cara mais popular. A característica que ele possuia mais próxima de um galã era seu bronzeado palmito semelhante ao do Robert Pattison na Saga Twilight. Quando ele ouvia uma piada, não dava risada, ao contrário; ele tentava explicar o lógica da piada e p porque daquilo ser impossível de acontecer. Quer coisa mais irritante que isso?
            Demostrei que estava afim dele de mil maneiras diferentes. Sabe quando foi que ele entendeu? Quando eu escrevi em um papel. C+AMOR²+G = Quer sair comigo? E eu ainda tive que explicar que o G era de Gregório. Enfim, consegui meu objetivo. Sinceramente, não sei o que me fez reparar nele, como eu já disse ele é zero sedução. Acho que foi o jeito timido dele e por sempre falar coisas engraçadas, enxergar o mundo atraves dos livros de quimica e biologia, sempre tendo uma explicação cientifica para as coisas. As vezes quando saimos para o parque eu ficava fazendo perguntas e ele respondendo de maneira nada prática. 
- Greg porque o céu é azul?
Ele olhava-me encantando, finalmente eu havia me interessando por um assunto que ele dominava completamente e respondia com segurança.
- A resposta está em como os raios solares interagem com a atmosfera. Quando a luz passa através de um prisma, o espectro  é quebrado num arco-íris de cores. Nossa atmosfera faz o mesmo papel, atuando como uma espécie de prisma onde os raios solares colidem com as moléculas e são responsáveis pelo dispersão do azul...
           E assim ele passava horas falando coisas que eu pouco aproveitava, mas só os movimentos os lábios, o brilhos nos olhos, as mãos apontando as nuvens e a felicidade dele já me bastavam. Confesso, eu não tenho namorado mais descolado, ou bonito da escola. Mas eu tenho o Greg que sempre me dá as melhores explicações, me ajuda nas materias e batiza estrelas em minha homenagem. Acho que o amor é isso, é a pessoa que lhe faz bem e única. E com certeza, eu sou a única menina do colégio que tem quatro estrelas, dois tipos de arbustos estranhos e quinze pedras batizadas em sua homenagem. 

sábado, 15 de setembro de 2012

Chega de vampiros, agora queremos ser tributos.

              Terminei de ler a trilogia de Jogos Vorazes, lembro que quando o filme foi lançado no começo do ano, aos anuncios falavam em uma saga que desbancaria. Harry Potter e Twilight. Sejamos sinceros, Harry Potter acompanhou toda uma geração. Não é uma série e sim, uma coleção de livros, a vida inteira de um bruxo, que misturou-se a nossa vida. Com filmes sendo lançados nas férias da escola, ano após ano. Crescemos junto com o Harry e isso, nenhuma saga supera. Voltando, assisti o filme, gostei. Não senti muito carisma pela personagem principal, a Katniss Everdeen. Garota simples, determinada; que toma o lugar da irmã nos jogos vorazes. E nunca que o garoto de ABC do amor, iria me convencer com aquele cabelo pintado de loiro. Peeta Mellark. Mas eis que as coisas mudam, depois de ler o primeiro livro. Eu me A-P-A-X-O-N-E-I!. E claro, as comparações vieram. Mas não com Harry Potter, ou Percy Jackson que faz meu coração bater mais forte. E sim, com twilight. Sim, eu li os quatro livros, curto a saga. Mas falando no triangulo amoroso que é em comum. Eu percebi que, invés da Katniss ficar choramingando, remoendo e fazendo ambos de idiotas. Ela concentra-se no bem maior, que é derrubar a capital e salvar as pessoas próximas. Sim, há umas ou duas frases em que ela se permite pensar em Gale e Petta. Só que, ela não coloca ambos em um confronto, ela simplesmente ignora e continua a vida. E ela faz, algo que eu adoro. Ela beijar Peeta, mas deixa claro que não o ama, como ele ama ela. E ela beija Gale deixando claro a mesma coisa. E ainda faz piada com ambos. Pode não amar essa garota? 

               Foi impossivel eu não pensar na Bela Swan, que passa  quase três, quatro livros. Brincando com os sentimentos de um lobo e de um vampiro. Sem nada melhor para fazer. Sei que estou até um pouco sendo injusta. Mas é muito dificil. Não deixar de compara-la com Katniss que desde de nova, caça para sustentar a familia, entre em um jogo mortal no lugar da irmã, prefere suicidiu á matar seu colega de distrito, corre um risco atrás de outro, pela liberdade de seu distrito e para proteger o seus verdadeiros amigos e o seu amor. Tem como não achar a Bella um peso morto depois de tudo isso? 

                          Eu sei que o contexto da história não pede, que ela entre em grandes batalhas. Mas no triângulo amoroso, ela poderia ter sido mais sincera um pouco. Menos frágil. E não ter esquecido tanto as colegas de escola depois que Edward entrou na vida dela. Mesmo no meio de tudo isso Katniss, ainda visitava a amiga de escola e caçava para ajudar a alimentar a família de Gale. Que me desculpe Stephenie Meyer, mas Suzanne Collins me conquistou com a sua heróina independente. O que me resta dizer é que a Sorte esteja sempre ao seu lado!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Jana + Miguel.

              William Bonner não anúnciou no Jornal Nacional. A Dilma não decretou feriado nacional. Os Brasileiros não sairam ás ruas. Poxa, o país nem havia notado a grande coisa que aconteceu aquela tarde na minha vida. Como assim?  Eu havia contado para o porteiro do colégio, escrevi no meu teste de Geográfia, mandei torpeto do Carlinhos, gritei pro motoqueiro que quase me atropelou, pinchei na porta do banheiro, publiquei no face, contei pro Ferdinando; meu Pitbu, comentei com o porteiro  do prédio, falei pra Fê e gritei aos quatros ventos quando fiz um gol. A Jana tinha aceitado sair comigo. Quer noticia melhor que essa para um feriado mundial?


Piriguete hoje, mãe de família amanhã


              Conheço uma garota, uma não. Conheço algumas garotas que poderiam chocar a sociedade com seu comportamento em relação a vida afetiva. Porém hoje quero falar de uma em especial. Vamos chama-la de... Senhorita Singular (Ela vai entender o apelido). Então, sai em um sábado á noite com a Srta. S. foi divertido, fazia tempo que não ria daquela forma.
       Voltando ao assunto... A Srta. S. é uma mulher moderna, ela fica com os garotos, não gosta de se envolver, diz que está afim e tudo isso sem colocar os sentimentos em jogo. Não os dela pelo menos. Me diz se isso não é moderno? Mulheres apanharam e queimaram o sutiã para que as meninas que tivessem vontade, pudessem pensar fora da caixinha, fora das rédeas dos pais. Para que as moças que quisessem ter uma sexual ativa sem um parceiro fixo pudessem usufruir do anticoncepcional e ter o direito de exigir o uso da camisinha da relação, para que as mulheres pudessem trabalhar fora, votar, escolher os seus maridos, dirigir e até ser presidente.
      Não quero dizer que a Srta. S. está usando os direitos dela de uma forma errada diante de uma serie de coisas mais importantes; a vida afetiva dela fica até pequena, eu só quero dizer que ela está tendo essa liberdade por um direito dela. Ela pode usar essa liberdade da maneira que quiser, sendo na vida afetiva, profissional ou eleitoral. O direito é dela e ela estende a área que bem entender.
        A moral que quero pregar aqui, é a liberdade a qual temos direito e as vezes mesmo assim ainda somos taxados por nomes depressiativos. Por exemplo, os homens que ficam com várias garotas são garanhões, no caso das meninas são galinhas. Os homens que traem as namoradas são espertos ou estão curtindo á vida, no caso das meninas são vagabundas, os homens que bebem e fumam são legais, as meninas não sabem se comportar como meninas. Entendeu a onde eu quero chegar? Lutamos pelo direito de igualdade e agora quando podemos usa-lo da maneira que mais nos convém, a sociedade coloca rotúlos nessas mulheres ou resolve que devemos ser de outra forma.
       Odeio quando alguém diz: " As mulheres estão querendo virar homens." Não, as mulheres não querem virar homens, nós apenas queremos mostrar que os direitos são iguais, que temos a capacidade de fazer as coisas tão bem quanto os homens e ainda sim continuar a sermos mulheres. Minha colega citada acima pode beijar quantos ela quiser hoje, como qualquer outro garoto pode fazer e ainda assim um dia quando ela casar, tem todo o direito de ter o título de mãe de família.
      Eu quero igualdade sem rótulos, sem comparação. A vida já é complicada demais, para ficarmos dando importância á essas coisas. Piriguete também tem caracter e moleque piranha, bem... moleque piranha é algo complicado.

domingo, 19 de agosto de 2012

E depois que as luzes se apagam?



        "A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos." Charles Chaplin.
                  Sempre que leio essa frase sinto uma sensação de que não estou vivendo direito, que posso estar passando meus dias vegetando enquanto um grande relógio bate os minutos da minha vida, que esgotam-se a cada suspiro meu. É como se de repente as luzes fossem de apagar e eu deixa-se para trás coisas por fazer, livros pela metade, filmes que não assisti, recados que não dei, pessoas que não visitei e pessoas que eu amo sem nem a chance da despedida. Li um texto do Pedro Bial que fala justamente sobre isso, que morrer é como sair na melhor parte da festa, sem ter dançado com a menina mais bonita ou ter bebido aquela dose. 
                  Pensar nisso me faz sentir um desespero. É como se em cada momento meu de inercia, eu estivesse perdendo uma grande oportunidade de fazer as coisas acontecerem, pois, eu nunca vou saber se no minuto seguinte eu terei essa chance. Há alguns anos perdi uma amiga e foi de repente. Era como se meu cérebro não processa-se e só consigo pensar até hoje, depois de anos que ela está viajando e que deixou as coisas pela metade por puro descuido e não que as luzes do palco da vida apagaram-se quando ela estava na melhor cena. 
                Acho paranóico ficar pensando na morte. Até por motivos óbvios. Você não vai sentir mais nada depois que tudo acabar. Quem fica é que sente. Sente aquela saudade que não pode matar, sente as palavras que ficam enchendo a boca e o coração e  nunca vai poder colocar para fora, sente a falta que não é suprida. Morrer é ridículo. Você estuda, trabalhar, correr atrás dos objetivos, cuida da mente e do corpo. Usa protetor solar, fio-dental e sem mais nem menos te tiram do palco. Apagam as luzes do espetáculo em que você era a estrela principal. A sua vida! 
               O que me resta é dizer que dessa vida não se leva nada e que você nunca sabe quando as luzes vão se apagar, por isso, sorria, tome sorvete, tira nota baixa (ás vezes.), não se cobre tanto, coma chocolate, sinta o vento, sinta o sol, ouça sua música favorita, leia bons livros e fala aquilo que lhe dá prazer. E quando a cortina fechar, fique tranquilo, terá pessoas para aplaudir e sentir sua falta há pessoas que adoram esse espetáculo que você está encenando. 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Música para animar a sexta-feira.

Teste vocacional? Precisa-se para ontem.

       Conheço uma pessoa. Sandra Annenberg não me permite citar nomes, é deselegante. Mas, eu também prefiro não trabalhar com nomes, corre menos risco de ser processada. Então, onde estávamos? Nessa pessoa. Obrigada! Ela é relativamente próxima e esta cursando ( Insira aqui o curso da moda. Seja inteligente, não estou falando de turismo e pode ser abreviado em três letras) e esses dias me falou que estava com vontade de cursar (não posso contar, ficaria muito obvio). Mas, isso me faz pensar, porque alguém que já esta cursando a faculdade fica de olho grande no curso alheio? Como assim? Será que essa pessoa tem uma super mente com aptidão para tantas profissões? Ou, isso chama-se INDECISÃO, FALTA DE VERGONHA ou FALTA DE UM BOM TESTE VOCACIONAL; posso ser até mais radical. Preparem-se... Será que essas pessoas que vivem trocando de opção no vestibular ou pulando de curso, em curso na verdade não esconde uma falta de aptidão para todas as profissões? Vulgarmente falando alguém  sem competência para fazer qualquer coisa?
     Eu sei, isso é algo forte de se dizer. Só que eu estou cansada de ver as pessoas abandonarem as coisas, por experiência própria, é algo horrível e se eu pudesse voltar no tempo teria terminado meu curso de Química, então, por favor população, façam testes, cursos, leiam sobre o que mais se identifica com você. Para não termos mais esse espaço no universo paralelo para onde vão todos os diplomas pela metade.  ( juro que imaginei uma galaxia com diplomas pela metade flutuando... FOCO!). Não falo isso por critica, mas eu já desisti uma vez e sei que é muito chato, ter um curso pela metade. Saber apenas a metade do assunto e as pessoas olharem para você como se fosse incompetente.  Por isso, fulana, se estiver lendo isso. Coisa que duvido muito, pois se não me engano, você lê apenas o que é obrigada em sua faculdade. (Lamentável!). Faça um teste vocacional, mas seja sincera. Nada de mascarar resposta. E se acontecer de realmente você não tiver aptidão para nenhuma profissão, fique calma, sempre precisaremos de gráficos. Brincadeira, até para ser gráfico precisa de aptidão. Ixe, a fulana está ferrada!

Felipe X Giovanna.

-Giovanna: Ele é mais novo que eu. Primeiro defeito. Sem falar que ele é imaturo, irresponsável, insensível. Tem um sério problema de deficit de atenção. Isso é, quando se trata de me dar atenção. Por que com os amigos eles é super atencioso. Conheci ele em uma festa, uma daquelas festas idiotas em que vamos quando não tem mais nada para fazer. Ele veio conversar comigo, conversamos, conversamos e conversamos. Até que ele me beijou. Foi legal.
-Felipe: Sabe aquela menina insuportável que reclama de tudo? Se está frio, calor, chovendo, seco. Cinema, teatro, praia, viagem lunar. Não importa. A Giovanna sempre vai achar algum defeito. O primeiro defeito que ela encontrou em mim, foi o ultimo que ela soube. Minha idade. É obvio que soube que ela era mais velha, só do modo em que ela olhava para as meninas mais novas e mais obvio ainda que ela estava amarradona na minha. Então aproveitei e só depois do nosso terceiro encontro, ela me perguntou em que faculdade estudava.  Fui obrigado a dizer que eu ainda fazia cursinho e estava no ensino médio. Ela quase vomitou em mim!
- Giovanna: Acredita que ele me enganou? TRÊS encontros achando que estava saindo com um cara de faculdade. É, se você ver o Felipe na rua vai achar que ele é mais velho que aparenta. Alto, jogador de vôlei, atlético, definido, bronzeado, com um sorriso arrasa quarteirão e inteligente. Ele também tem qualidades admito. Mas eu quase vomitei,  estava ficando com um garoto mais novo DOIS ANOS.
 - Felipe: Ela descobriu e não tinha como eu negar. E sabe aquela música, daquele cantor barbudo. O Renato... Renato Russo! Então era a Gi e eu. Ela é insuportavél, mas no final eu gosto dela.
- Giovanna: É eu gosto dele, admito e no fim a idade é mero detalhe. É como Eduardo e Mônica " E mesmo com tudo diferente, veio meio de repente uma vontade de se ver..."
- Felipe: E ainda tem a vantagem dela ter carro. Os meus amigos piram quando ela vai me buscar. ( risos)
- Giovanna: As meninas acham até isso tudo fofo. Viu, no fim era só preconceito da minha cabeça!

Lucas para Dora.

                                    D-O-R-A. Gosto do som do nome dela. Posso colocar um A no começo e fica adora. Se troco o A do final por um O. Temos um ADORO. E no meio fica apenas o apelido dela Dó. Como a nota músical Dó. Que aparece nas milhões de músicas que já lhe fiz. Gosto das diversas possibilidades do nome dela, já que isso mostra o quando ela é versátil de verdade. Conheci a Dora em um show de rock. Mas logo descobri que ela também curte pagode. Nosso primeiro encontro foi no parque do museu como ela sugeriu, mas se eu tivesse a convidade para um cinema. Claro que ela topava. Ela é o tipo de menina quase perfeita, quase sim, mas não que os defeitos sejam tão relevantes. É como um mero detalhe. Eu só tenho uma coisa a dizer: Dora, eu te adoro!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Parei de manhã para imaginar Harry Potter na fila da aposentadoria.

                             Hoje pela manhã eu tinha terapia, isso significa que sai do consultório da minha psicologa, pensando apenas no meu umbigo. Atravessei a rua, entrei no mercado, comparei o preço dos biscoitos recheados, pensei em comprar um Alpino Fast, rodei pelos congelados. Com único pensamento, mentira. Eu tinha dois pensamentos, primeiro era como eu venho progredindo na busca pelo equilíbrio psicológico e o segundo era encontrar alguma coisa para "almoçar" antes de ir para o curso. Enfim, comprei os biscoitos, paguei (não, eu roubei ¬¬' lógico que paguei!). E fui caminhando pela avenida, até que me deparei com uma combi, não uma perua...Tá na verdade era mesmo uma besta. Com um adesivo enorme sinalizando que aquele carro pertencia a produção de shows do grupo Soweto, OI? Quem são eles? O antigo grupo do Belo, antes dele seguir carreira solo. Quem é Belo? Joga no google, se vira. Mas aposto que você já cantou " Mel, sua boca tem um mel(...)" ou " Isso é intriga da opção(...)". Voltando a besta, combi ou carro. Use o nome que preferir. O que me chamou a atenção, não foi a marca do carro e sim o adesivo.
                        Não, eu não fazia ideia de que aquele grupo ainda existia e também, ver aquele adesivo me fez pensar em: Como os artistas vivem depois que param de ganhar dinheiro como cantor, ator, participante de Reality show e ramificações? Eu nunca fui famosa e nem conheço ninguém que foi, então todo mundo enfrenta o dia-a-dia como pessoas normais que dependem do seu trabalho para conquistar alguma coisa. Mas eu fico pensando, por exemplo nesses participantes de Big Brother, deve ser estranho trabalhar com um deles na vida real. Mentira, não deve ser não. Até por que ninguém mais vai lembrar deles.
                     Mas supondo que em algum universo paralelo, aconteça algo que transforme o Sílvio Santos em uma pessoa pobre. Ele vai ter que se aposentar, ou melhor, trabalhar como uma pessoa normal para sobreviver. Porém, o cara é Sílvio Santos, do que ele trabalharia? Locutor de loja? Camelo novamente? Tiozinho que fica com aquelas placas " Compro ouro, pago bem"? Eu tenho sérios problemas em imaginar famosos na vida real, caso eles fiquem pobres. Mas eu realmente tenho problemas quando eles passam séculos fora da televisão e sabemos que o ator em questão tem filhos, geralmente com outra atriz famosa que faz mais sucesso que ele. E eu perco tempo me perguntando. Poxa, como será que ele paga a pensão? Será que eles tem um acordo?
                  Tenho plena certeza que me preocupar com a aposentadoria ou bem estar de pessoas famosas não acrescenta em nada a minha vida, mas minha mente não pode evitar pensar nesse tipo de coisa. Por isso fico muito feliz quando leio sobre o quanto bertano está rico. Eles não sabem que eu existo e não sou fã de ninguém em especial. Mas faz bem saber que o próximo está bem, ainda mais que o próximo em questão é alguém que sobrevive de algo tão passageiro quanto a fama. No entanto, Jesus mesmo disse, Amei o próximo como a si mesmo. E eu gosto de ter dinheiro para comprar meu biscoito recheado, sempre que saio da sessão de terapia.               

sábado, 30 de junho de 2012

Doce-Amarga.

  As pessoas gostam de pessoas doces. Dã, sério? Não, é mesmo. Digo isso por que pessoas doces são maleavéis, são fáceis de lhe dar, pessoas que está sempre de quatro, para que você possa fazer de suas costas um banco. Nem todas as pessoas são assim, algumas apenas gostam de pessoas doces, sem nenhum interesse de arrancar dessas coitadas até o vale-refeição.
Já fui uma pessoa doce, leia-se trouxa, e tudo que você me pedisse eu faria. Podia ser até matar a sua mãe, tudo bem, não sendo a minha, que mal há nisso? Mas então, passado o tempo percebi, ou melhor, eu acordei e me vi como o centro das atenções da turma, mas não por ser popular, eu popular? Nem na fila do vale transporte.
Eu era a piada, a eterna piada, aquele tipo de pessoa que quando não se tem assunto alguém pega para zuar e os outros embarcam; enchia o saco, sim. Mas eu pensava " Eles são  meus amigos, é só brincadeira". Mas, quando não se estabele-se um limite nas brincadeiras elas se tornam torturas e ninguém percebe isso, a não ser você mesmo. Aguentei isso anos, de um pessoa que na época era minha melhor amiga e hoje não sei, prefiro não qualificar o grau de importância. Só que um dia se cansa, se conhece outras pessoas. E então invés de você continuar a ser doce, você se torna uma pessoa amarga.
Pessoas amargas, são as que não toleram brincadeiras, que tem sempre algo amargo como féu para soltar, e vive sendo criticada por isso. Mas ninguém nunca de lembra que são raros os casos em que alguém nasce amargo, ele é transformado nisso. Enfim, passei uma fase amarga bem dificil em que no minimo sinal de movimento lançava dardos com veneno feroz. Mas com o tempo ponderei, quando ser doce e quando ser amarga, hoje eu posso classificar como Doce-amarga.
Quando estou conversando e a pessoa é amavél, eu a trato da mesma forma, mas quando vejo um sinal de hostilidade, prepotencia, ou zombação com a minha cara, ela acaba tendo o prazer de conhecer meu lado amargo.



Zoe Doce-amarga, de Percy Jackson e os olimpiados - A maldição do Titã; me entenderia, com certeza.

sábado, 23 de junho de 2012

Então Bial, posso me sentir á vontade?

                Se existe algo embaraçoso nessa vida é quando você só pode gostar de alguma coisa no seu íntimo, para evitar sem chamado de cafona, brega, emo, ridículo, ultrapassado entre outros, adjetivos adoráveis pelos amigos. O assunto em que mais eu peco nesse sentido é meu gosto musical, eu rebolo, evito o assunto, até faço piada junto ou banco a Suíça na guerra fria. Mas sempre, em alguma rodinha de colegas alguém vai criticar um músico que eu curto. Por exemplo, EU-CURTO-LUAN-SANTANA! #nãomejulgue.
                Não, eu não me acho uma garota chocolate e nem moveria uma palha para ir á um show dele, mas na intimidade do meu quarto ele canta e não canta sozinho, além de Luan Santana, ouço RBD, Restart, Roberto Carlos, André Rieu, KLB, Rouge, Balão Mágico, Trem da alegria e ... Chega né? Não é com frequência que essas pessoas tocam por aqui, mas algumas vezes me bate uma vontade ouvir algo diferente. Os mais antigos, posso dizer que é por pura nostalgia, Rouge me lembra tempos de escola e sinto saudades eternas daquelas época. Roberto Carlos me lembra meu pai. Viu? Eu tenho justificativas para ouvir esse tipo de música, só não encontrei ainda pra ouvir Restart, e não me iludo achando algum encontrarei uma justificativa realmente convincente.
               Eu sei, eu também critico os gostos musicais alheios, mas sou humana. Eu falo mal de quem ouve funk, mas basta tocar " Mãos para o alto novinha " que automaticamente eu vou levantar minhas mãos para o alto. Sim, eu ainda me considero uma novinha. ( Em minha defesa deixo claro, EU NÃO POSSUO UMA PULO GATO). Enfim, no fundo todos nós ouvimos algo que envergonha se for posto á público, mas nem por isso significa que seja um total motivo de vergonha, pois criticas sempre vão haver. O importante é arrastar o sofá colocar aquele DVD do Calypso e se jogar no cavalo manco, atire o primeiro DVD brega quem nunca dançou uma das coreografias HITS do verão e depois ficou criticando quem dançava o HIT do verão atual. Já dancei a Axé Blond e hoje critico o HIT da Mulher Maravilha. Ufá, me sinto muito mais leve.


Só ele conheceu uma mulher corajosa que admitiu todos os medos, todas as neuroses, todas as inseguranças, toda a parte feia e real que todo mundo quer esconder. Ninguém nunca me viu tão transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente. Só ele viu minha alma de verdade, meu corpo de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta. Só para ele eu me desmontei inteira porque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo desfigurada, intensa e verdadeira, como um quadro do Picasso.
— Tati Bernardi.

sábado, 16 de junho de 2012

Musiquinha delícia.

Não sei ser Cult, sorry!

               Adoro a sessão de filmes das lojas americanas, filmes originais, bons titulos, que são vendidos por um preço que cabe no bolso. Mesmo que estejam competindo com os dvd's três por dez que se vendem em frente a estação. Enfim, passei horas da minha vida naquelas sessões, passando os dedos levemente pelas bordas dos dvd's e pensando no melhor titulo para que me distraia no domingo á tarde. Sempre contando com a companhia da minha visita, com quem eu divida o pequeno prazer de passar o domingo inteiro de pijama, no sofá assistindo filmes cujo roterio seriam no minimo impossivel se acontecer na vida real. Qual é? Em que mundo o Richard Gere teria que pagar para sair com uma mulher? Ainda mais do tipo que usa uma peruca loira horrivel e masca chiclete de boca aberta. 
        Escolher um titulo era um tortura, pois, quando se comprar um dvd, pelo menos no meu caso que sou pobre. Devo estar disposta a assistir aquele filme mais que duas vezes na minha vida, então passava horas sobre um duvida opressora, sobre qual seria o melhor titulo. Em umas dessas dúvidas eu resolvi que seria melhor escolher um filme aclamado pela critica, ganhador de todos os oscars possiveis e não, eu não comprei Titanic. Mas eis que naquela tarde eu sai da loja com " Amor sublime Amor" na bolsa, ansiosa para assistir, pois eu andava numa epoca romantica e achava divertidissimo assistir comédias romanticas, ler romances, ver fotos de casais apaixonados me entupindo de chocolate lembrando que eu não tinha um namorado. 
           Voltando ao filme, num domingo coloquei o dvd e sentamos eu e a vizinha (OI, Helem!) para assistir um Clássico músical que era ganhador de nem sei quantos oscars e super critica, então assistimos. Juro, foi quase uma tortura, era um filme cansativo. Muito cansativo, era a história de um casal que tinha um amor proibido, pois o irmão da moça era de um gangue e o amor dela de outra. E eles brigavam e dançavam, sinceramente... eu achei aquilo ridiculo! 
           Podem me chamar de burra, tapada, ignorante. Tudo bem, mas aquele filme era horrivél. Sério! O problema não era nem as danças, até por que adoro Ballet, Jazz, Axé e afins. Porém, não gostei do filme pelo roteiro chato, cansativo de amor próibido e meloso. Mas então pode ser que não gostei do filme pelo tema central que seria o amor e o casal chato, meloso. É isso seria um bom argumento. 
                Mas eu tentei novamente, fui assistir um super filme que muita gente andava falando que era o sucesso do ano e então resolvi que deveria assistir essa maravilha cinematrográfica. Meia noite em Paris, sério eu deveria ter assistido o filme do Pelé. Eu não conseguir entender nada sobre o filme e fiquei completamente confusa com a história do cara viajar no tempo. Adoro a Rachel Mc'Adams, já assisti quase todos os filmes dela, mas ela estava insuportavél nesse papel e o Owen Wilson, poxa gostei mais dele como dono do Marley. Depois de assistir esse filme foi quando eu percebi que eu não sei apreciar um bom filme, ou então não sei firgir ser cult como as outras pessoas fazem. Não tenho vergonha de dizer que adoro tropa de elite, filme água com açucar da sessão da tarde e nem chaves. Porém, me sinto mais orgulhosa ainda de dizer que não entendo alguns filmes, por mais amados que eles sejam. 

Ps: Eu nunca assisti Avatar e nem Senhor dos Anéis. Ufa, me sinto mais leve depois dessa confissão!





quarta-feira, 13 de junho de 2012

Feliz dia ... Ah, não importa!

                         Houve uma época em que dia dos namorados ou qualquer outra data me remetesse a relacionamentos eram uma verdadeira tortura para essa pessoa que lhes escreve. Não que eu seja velha, poxa, só tenho vinte anos. Mas eu tinha o péssimo habito de sofrer por coisas que não correspondiam a minha idade; e sofrer por um namorado quando se tem treze anos era um indicio de que havia alguma coisa de errado comigo! Não condeno quem começou a namorar com essa idade ou antes, porém, hoje olhando para trás me pergunto: Por que cargas d'água eu com aquela imaturidade emocional cismava que só seria feliz se tivesse um bendito namorado?
                          Dã! A resposta já está na pergunta. É pela imaturidade emocional que tomava conta do meu ser na época e até hoje ainda toma (ás vezes). Mas posso diagnosticar também que era falta de amor próprio, vontade de amadurecer, vontade de se destacar. Então dos doze aos dezoito eu realmente detestei o dia dos namorados. Era o feriado do ano que mais me fazia infeliz. O pior era a impossibilidade de sair de casa sem sentir vontade de metralhar os casais, ou os rapazes com buquês nas mãos. Foi realmente uma época difícil anualmente falando.
                           Mas e ai? O que aconteceu comigo? Não, eu não arrumei um namorado, apenas resolvi que era um dia como qualquer outro e se hoje eu não tenho motivo para comemorar outras pessoas tem. Não comemoro o natal e nem por isso fico querendo queimar as arvores alheias. Então qual era a razão para ficar de preocupando com a felicidade das outras pessoas. Um dia eu vou encontrar alguém e nesse dia terei finalmente motivo para comemorar. Foi então me comecei a ver as vantagens desse dia, não gastar dinheiro, não enfrentar lojas cheias e não enfrentar filas nos restaurantes e no fim estou feliz e em paz comigo mesma. No dia dos namorados desse ano, eu estava em um relacionamento sério comigo mesma e esperando alguém especial para formamos um triângulo amoroso.
                       

domingo, 3 de junho de 2012

Quem não gosta de ler, bom sujeito não é.

               Tenho um sério problema com pessoas que não gostam de ler e ficam abismadas com outras pessoas, que conseguem ler um livro inteirinho sem que ele tenha nenhuma figura para se distrair. Eu assumo, sou presidente, tesoureira e única sócia do clube das meninas que leem demais e tem dificuldade de se relacionar com pessoas de verdade, que não sejam personagens de algum livro. (Ou, Clube das M.Q.L.D.T.D.D.R.C.P.D.V), Tá, é o último clube imaginário que fundo, prometo!
                Enfim, enquanto algumas pessoas não conseguem entender como eu sempre estou com um livro na mão, eu não consigo entender como essas pessoas enfrentam a monotonia, frustração, as crises existenciais da vida real sem um mundo em que elas podem se esconder que é cheio de pessoas divertidíssimas. ( Confesso, nem sempre). Mas na real, quando você lê é transportado para outro mundo. De acordo com o titulo que você escolheu, por exemplo. Atualmente estou lendo O poderoso chefão, ou seja, estou atualmente no mundo em que as mulheres são boas esposas, mãe e donas de casa italianas que sabem dos negócios escusos do marido, porém, mantem a boca calada e o mundo dos homens que lealmente é o passaporte para te manter vivo e onde Dom Corleone é o padrinho de metade da cidade. É fascinante esse mundo, pela riqueza de detalhes do autor, pela capacidade que ele tem de fazer o leitor se apaixonar pelo Senhor Carcamano que cuida dos seus e caso inimigos o aborreçam ele argumenta e se não funcionar ele os coloca para dormir com os peixes.
                 Mas, deixando a família Corleone de lado. Quero dizer que como o poeta Dorival Caymmi, autor do samba que tem esse seguinte trecho   "Quem não gosta de Samba, bom sujeito não é, é ruim da cabeça ou doente do pé". Eu não consigo entender que existem pessoa que dizem e eu já ouvi muito que é muito mais divertido assistir o filme, do que ler o livro. Na minha opinião os filmes em alguns casos são deturpados na adapção para a sétima arte e acabam perdendo a essência que o autor mostrou no livro. Por isso, sempre que alguém me pergunta sobre o livro e o filme, indico o livro. Porém, como boa amante do cinema indico o filme, mas sempre acompanhados como um remédio que precisa de complemento para funcionar. 
                 Tudo bem, cada pessoa tem um gosto e uma paciência. Mas nunca entenderei isso, assim como algumas pessoas não entendem como gosto de ler. Tenho ainda uma opinião mais profundo, acho que posso viver três vidas e nunca terei lido o suficiente por uma. Bem, para deixar em miúdos como diria minha vizinha. Uns gostam dos olhos e outros da remela. Eu sei, não é uma frase muito poética. Mas ela tem um gosto para livros excelente. Ela me indicou Os miseráveis, do Victor Hugo; que havia um personagem que aparecia no romance de Jô Soares, Quem matou Getúlio Vargas; que por sua vez fala sobre AL Capone que é citado no Poderoso Chefão. Viu só? Até os livros se completam. 

                   

Trilha sonora, quem nunca sonhou em ter a própria?

          O grande segredo das emoções que os filmes, seriados e novelas despertam em nós é a música certa no momento certo. Atirei o primeiro ingresso de cinema, ou, dvd; quem nunca chorou em determinada cena quando tocou aquela música linda que te arrepia, só de lembrar. Sou uma soundtacktrológa assumida (sei que a expressão não existe, mas e dái?). Se eu gostar do filme com certeza vou procurar pelo menos uma música para sempre me lembrar dele, ou, incorporar a minha própria trilha sonora. Fala sério? Nunca sonhou em que um determinado momento da sua vida começa-se a tocar ao fundo aquela música perfeita? Todo mundo tem aquela música para os dias de sol, os dias de chuva, quando se está pensando no ônibus, quando está pensando na pessoa amada, ou quando se está com ela. Minha trilha sonora muda um pouco de acordo com as músicas mais ouvidas do momento. Se fosse montar uma hoje, para cada ocasião, seria com as músicas linkadas abaixo. Confesso, meu sonho intimo é contratar um sonoplasta para minha vida real, como não rola, vai o fone de ouvido mesmo.


1. Dancing in The Moonlight - Toploader   - Essa reservo para os dias de sol, quando estou de super bom humor. É perfeita para aquela cena com cabelos solto ao vento. (A walk to remember).

2.  You Get What You Give - New Radicals  - Passeios com os amigos, festas do pijama e risadas. Gosto dela como um som alegre para momentos de descontração. (Click).

3. I'll Be Yours - Those Dancing Days e Young Blood - The Naked And Famous  -  Para festas com certeza. São perfeitas desde de formatura até aniversário da vovó. (Prom).

 4. Turning Page - Sleeping At last, A Thousand Years - Christina Perri e with me - sum 41 - Para os momentos apaixonados. São três músicas extremamentes lindas. (Breaking Dawn e Gossip Girl).

5. Runaway baby - Bruno Mars - Se fosse um filme colocaria na abertura, por que se eu fizesse um filme começaria ele acordando. (Friends and Benefits).

6. Better Days - Eddie Vedder. - Para reflexões. (Eat Pray Love)

7. Quase sem querer - Maria Gadú - Essa é para subir os créditos. Fala sério, Legião urbana na voz da Gadú ficou um arrazo. (Desenrola)

8.  Será Possível - Olivia Torres - Essa é aquelas músicas que tocam sem hora certa, só para ser de fundo. (Desenrola)


      Conclusão: Se nada der certo, eu viro sonoplasta!

sábado, 2 de junho de 2012

O que é o eu te amo?

               Eu sou presidente, tesoureira e única sócia do Clube das mulheres encalhadas que preferem personagens de livros á parceiros reais idiotas (ou o Clube das M.E.Q.P.P.L.P.R.I). E como também faço parte de uma raça que é extinta hoje da sociedade moderna; pessoas que nunca tiveram um relacionamento, porém já saíram da puberdade. Eu tenho uma dúvida sobre qual é o momento de dizer eu te amo para uma pessoa. Ou melhor ainda, quando você sabe que realmente está amando uma pessoa? Eu sei que amo minha mãe por que eu morreria por ela. Mas Necessariamente quando amo uma pessoa eu devo sentir que morreria por ela? Ou até que ponto é amor e até que ponto é gostar, querer bem?
              Para responder essa pergunta eu poderia entrevistar alguém que namora e diz que ama e alguém que namora e só gosta. Mas não tinha ninguém próximo online no facebook que pudesse estar disposta a ser entrevistado e eu não estava com tamanho saco, para ficar perguntando algo que ninguém vai saber me responder. Ou seja, vou ter que chegar a essa conclusão sozinha em meu divã.
              Dizer eu te amo, é importante pois quando se ama, se ama de verdade (é por que ás vezes pode ser mentira e você se estrepa). Mas, quero dizer que você deve dizer eu te amo quando está com aquela pessoa e surge uma vontade do âmago, do fundo do coração incontrolável. E quando você tem certeza que está disposto a arriscar algumas coisas por outra pessoa, não precisa ser sua vida. Por que por instinto de sobrevivência, você sempre se salvará primeiro, ou seja, lembra daquela corrente de orkut, do casal + moto + freio quebrado = ele dando capacete pra menina? Não se iluda, raramente alguém lhe dará um capacete em uma situação dessas e se der, poxa, nem vai dar pra você agradecer, não é?!
              Mas, então. Resumidamente o que eu quero dizer é que quando eu disse, lá em cima que eu amo minha mãe e morro por ela, é por que nós temos um laço maior que qualquer outro no mundo, não que você não possa morrer pelo seu namorado, cachorro, amigo. Sei lá, a vida é sua, arrisque-se por quem você quiser. O que quero dizer é que amar alguém, pode significar renunciar ÁS VEZES o futebol de domingo, o cinema com as amigas, o carro conversivél (não dá pra colocar um acento de bebê ali!). Porém, pela vasta experiência na vida afetiva (dos outros) que me consta, ás vezes...ÁS VEZES, é legal trocar algo pra fazer a pessoa amada feliz. E quanto a gostar, gostar você gosta, oras, eu gosto de chocolate, mas ás vezes troco ele por um sorvete. Entendeu a diferença? Mas Como diria Camões:(...) O amor é um contentamento descontente (...).

Sem pressão psicológica no facebook.

           Sou do tipo de pessoa que se dói por tudo e isso me irrita muito. Sabe quando você não quer fazer uma coisa, mas fica com peso na consciência? Como por exemplo, doar moedinha pras crianças com câncer da fundação
Ronald McDonald só por que a moça do caixa sugeriu. Eu sou assim, quando vejo algo sobre Deus então, poxa, me sinto culpadissima. Principalmente quando é aquelas correntes que caso você não passar pra frente estará ignorando Deus. Houve um tempo na minha vida que eu perturbava pelo menos os os mais chegados com aquilo. Só pra não ignorar Deus, afinal preciso sempre dele.
           Depois que o facebook apareceu e as correntes de email viraram coisa de gente atrasada ou que mexe na internet a pouquíssimo tempo e ainda acha que os vídeos do Humortadela são hilários. As correntes de email que passaram para o msn, depois para o Orkut agora apareceram no facebook, e para deixar tudo mais dramático ainda tem foto ilustrando. Eu sei, posso me senti culpadissima de não compartilhar a foto da criança com deficiência, ou, mesmo curtir ou compartilhar para Deus ser mais popular no Face do que o demônio (Fala sério!). Eu só queria poder postar minhas frases idiotas, compartilhar que eu tenho vontade sem ficar sendo pressionada com aquilo, isso é pressão psicológica ficar dizendo que se não curtir, eu estarei compactuando com Demônio. Tenho coração fraco e sono leve, se escultar algum barulho estranho no meu quarto, logo pensarei " Hmmm, deveria ter curtido. Agora fico ouvindo coisas! ". Então por favor, parem de me pressionar. Eu acredito em Deus, vou na igreja todos os domingos. Já sou problematica, não preciso de mais pressão em cima de mim.
Mas ainda não entendi o que Judas está fazendo ali.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Odeio apresentações, mas estou aqui.

                Eu tenho um sério problema em conhecer pessoas novas, principalmente se elas são bonitas. Então você for uma pessoa bonita e continuar a ler minha ladainha, sinta que vou ficar meio sem jeito de falar com você. Por uma questão cultura, me sinto inferiorizada por pessoa bonitas e mais inteligentes do que eu. AHA! Está começando a entender o porque do nome do blog ser divã da Fran (ou meu divã, por que eu sou a Fran! WHAT?). Enfim, eu estava a semanas pensando em criar um blog novamente (esse deve ser o quarto ou quinto da minha vida). E um amigo (Oi, Enrico!) me deu a ideia desse nome e eu adorei. É o divã da Fran, mas se você (seja quem for que estiver lendo isso.) quiser que eu tente resolver alguma dúvida, angústia, magoa, crise sua; eu tentarei. Só não me peça dinheiro emprestado, isso eu nunca tenho. Mas dúvidas, dicas e livros tenho aos montes. Seja Bem vindo, não precisa tirar os sapatos, o divã é nosso e bactérias criam anticorpos.

Beijos, Fran